Fasc 2025 movimenta o turismo sergipano e celebra encontros em São Cristóvão
O Festival de Artes de São Cristóvão (Fasc) 2025 foi encerrado neste domingo, 23, reunindo milhares de visitantes que escolheram a quarta cidade mais antiga do Brasil para viver um dia repleto de arte, cultura e encontros. Sob o tema ‘Na cultura a gente se encontra’, o evento reforçou seu papel como um verdadeiro ponto de convergência, onde turistas, moradores, artistas e produtores culturais compartilham experiências e celebram a diversidade que move o Fasc.
Com grande movimentação turística e intensa circulação pelas ruas do Centro Histórico do município, o público aproveitou a programação que tomou a cidade com energia e expressão artística. Ao longo de todo o dia, famílias, grupos de amigos, visitantes e moradores ocuparam São Cristóvão, vivenciando encontros que já se tornaram tradição em cada edição do festival.
A fisioterapeuta Diana Guerra visitou o festival acompanhada da família e contou que o Fasc já se tornou um ponto de encontro entre eles. “Todos os anos marcamos presença, mas desta vez viemos em um grupo ainda maior. A divulgação nos motivou e a experiência está acima do esperado. Ficamos impressionados com a organização, a segurança e a diversidade da programação. É um evento grandioso, que nos enche de orgulho e alegria. Com certeza estaremos aqui novamente no próximo ano”, afirmou.
Pela primeira vez, Haiane da Silva participou do festival ao lado do marido e das duas filhas. Ela destacou o impacto positivo de vivenciar o Fasc em família. “Estamos encantados com tudo. O festival é lindo, diverso e cheio de significado. É um espaço rico culturalmente, onde cada detalhe acolhe e aproxima as pessoas. Vivenciar isso com minhas filhas torna tudo ainda mais especial”, considerou.
Público aprova
A despedida do festival foi marcada por um clima de encantamento. Turistas e moradores circularam pelos espaços do Fasc, aproveitaram as últimas apresentações e destacaram o quanto o festival transforma a cidade em um grande ponto de encontro.
Para Cindy Manoel, o último dia reforçou o sentimento de pertencimento e a alegria de vivenciar um evento que une cultura, história e pessoas de diferentes lugares. Natural de Moçambique e moradora de Aracaju há três anos, ela enfatizou a relevância do festival para o estado. “O governo está de parabéns pela realização desse evento. O festival atrai muito turismo e valoriza uma cultura que é tão linda e rica. É muito bom poder celebrar tantas coisas boas aqui, com tanta gente. Além de reunir pessoas de diferentes culturas, religiões e nacionalidades”, contou.
Os amigos Leo Gomes e Rikelmy Yuri, que viajaram de Neópolis, cidade do baixo São Francisco, a São Cristóvão para aproveitar o festival, ressaltam que o Fasc já se tornou parte importante das vivências deles. “Estar aqui é sempre especial. No meu caso, já é o terceiro ano e cada edição traz experiências muito positivas”, contou Leo.
Já Rikelmy reforçou o sentimento de pertencimento que o evento desperta. “O Fasc já virou tradição pra mim. Não quero perder nunca. A energia da galera e o entrosamento entre as pessoas tornam tudo ainda mais marcante”, disse.
O casal Keyla de Sousa e Jefferson Castro acompanhou de perto a movimentação do último dia do festival e exaltou como a programação tem alcançado cada vez mais pessoas. “A programação está dinâmica, cheia de ritmos para agradar todo mundo. Este ano percebemos o festival ainda mais movimentado, e isso é muito positivo não apenas pela festa em si, mas por tudo o que o evento movimenta, o turismo, a economia da cidade e toda a cadeia que se beneficia com o Fasc”, afirmou Keyla.
Quem também aproveitou o Fasc foi a nutricionista Isabelle Daura. Segundo ela, o festival superou todas as expectativas. “Está sendo muito melhor do que eu imaginava. Tudo extremamente organizado, com uma estrutura acolhedora e um público maravilhoso. Estou encantada com a experiência”, avaliou.
Lusinete Porfírio levou a filha Sara para aproveitar o último dia do Fasc e ressaltou como o evento fortalece momentos especiais em família. “É sempre uma alegria estar aqui. O Fasc cria um ambiente acolhedor, cheio de cultura e encontros, e poder viver isso com minha filha torna tudo ainda mais especial.”
Victoria Lira e Vitor Lima contaram que o Fasc já faz parte da rotina cultural deles há anos. Victoria disse que acompanhar o festival se tornou tradição para o casal. “A gente vem há alguns anos e sempre faz questão de prestigiar todos os dias de programação. É muito importante para a cultura, porque fortalece os artistas locais e coloca no mesmo palco nomes grandes e pequenos”, disse.
Sobre o Fasc
O Festival de Artes de São Cristóvão consolidou-se desde a década de 1970 como um dos maiores encontros culturais do Nordeste, reunindo artistas locais e de diversas partes do país em múltiplas linguagens artísticas. Após um intervalo em 2005, o evento retornou em 2017, reafirmando o papel de São Cristóvão como um importante polo de produção e difusão cultural no Brasil.
Com palcos espalhados pelo Centro Histórico e também em diferentes bairros, o Fasc oferece uma vivência completa, que integra música, teatro, dança, literatura, artes visuais, cinema e outras expressões, celebrando a riqueza cultural da quarta cidade mais antiga do país.
O Fasc é apresentado pelo Ministério da Cultura, com realização da Prefeitura de São Cristóvão, por intermédio da Fundação Municipal do Patrimônio e da Cultura João Bebe Água (Fumpac) e do Encontro Sancristovense de Cultura Popular e Outras Artes (Escoa); Governo do Estado de Sergipe, através da Fundação de Cultura e Arte Aperipê (Funcap) e Governo do Brasil. O Festival conta ainda com patrocínio da Celi, Banco do Nordeste, Iguá Sergipe, Ecoparque Sergipe e Caixa. O apoio fica por conta da SE – Sistema Engenharia, Colortex Tintas, Unir Locações e Serviços e Vitória Transportes.
Fotos: Thiago Santos
Recentes
Notícias recentes de Desenvolvimento
Prefeitura de São Cristóvão lança programação especial de fim de ano com diversidade de eventos
3ª edição do Festival do Camarão reúne multidão na Praça São Francisco e destaca gastronomia, cultura e produção local