Após três dias de intensa movimentação com a 34ª edição do Festival de Artes de São Cristóvão (FASC ), a Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsurb) iniciou esta segunda-feira (4) fazendo a limpeza no Centro Histórico do município, onde ocorreram as atividades. Desde cedo, equipes da Semsurb realizam o serviço de varrição e recolhimento do lixo. A parte estrutural da festa também começou a ser desmontada.  
 
O FASC retornou ao cenário cultural nos últimos dias 1º a 3, após 12 anos. Na programação, atrações locais e nacionais de diferentes áreas. Música, teatro, artes plásticas, literatura, folclore e fotografia passaram pelos palcos e centros culturais da 34ª edição do Festival de Artes de São Cristóvão. 

Na noite deste domingo (3), no encerramento da atividade, a programação reservou ao público oficinas, cinema, exposições, cortejos folclóricos, teatro, dança e dezenas de apresentações musicais. O prefeito Marcos Santana esteve no palco principal da festa para anunciar a banda The Baggios- originária de São Cristóvão- e simbolicamente encerrar as atividades da noite. Na sequência, a Nação Zumbi se apresentou representando assim o marco cultural nordestino que foi a retomada desta significativa festa popular para os sergipanos.

Comércio 

Além da valorização da cultura e das expressões artísticas sergipanas, a 34ª edição do FASC movimentou o setor de serviços e comércio local. Proprietária de um restaurante na Praça da Matriz, em conjunto com a família, Suly Brota disse que o evento incrementou os negócios  e reafirmou o potencial da cidade nos segmentos turístico e de eventos. “O retorno do Festival ao calendário cultual do Estado revela a importância da nosso município. Recebemos muitos turistas, e os moradores abraçaram o festival, integrando-se à festa. Foi muito bom para os negócios, mas, acima de tudo, foi maravilhosos ver a nossa São Cristóvão voltar a brilhar”, afirmou.  

Alguns moradores do Centro Histórico aproveitaram o evento para garantir um ganho extra. Morador do entorno da Praça do Carmo, Glailton Santos foi um deles. Adaptou a casa em um ponto de bebidas e petiscos. “A organização da festa nos encorajou a montar o bar, principalmente, por conta da segurança presente. O Festival acordou a cidade”.